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domingo, 2 de agosto de 2009

Rejuvenescimento de marca


Uma famosa cafeteria da Av Paulista resolveu mudar seu nome e logotipo. É o que no marketing se chama rejuvenescimento de marca:




segunda-feira, 15 de junho de 2009

Interpretação de texto


Em homenagem ao novo Enem, um pequeno exercício de interpretação de texto:

Homem falha ao tentar engravidar mulher do vizinho


"
Um homem que vive na Alemanha foi processado por não conseguir engravidar a mulher do vizinho, depois de ser contratado por 2 mil euros (cerca de R$ 5,7 mil) para isso.
Demetrius Soupolos e a mulher, Traute, queriam ter uma criança, mas descobriram que Soupolos não poderia ter filhos. Por isso, decidiram contratar Maus, na esperança que o homem casado e com dois filhos pudesse engravidar Traute. A informação foi divulgada pela publicação alemã "Bild".
Depois de seis meses e nenhuma gravidez – com uma média de tentativas de três vezes por semana –, Soupolos insistiu para que Maus passasse por exames médicos. Os testes mostraram que o vizinho também é estéril. Por isso, a mulher de Maus foi obrigada a admitir que as duas crianças não eram dele
."

Agora responda: o que é pior?
1) Descobrir que é estéril.
2) Contratar o vizinho para pegar sua mulher por seis meses, ou seja, escolher ser corno (depois de descobrir que é estéril).
3) Ver que, após seis meses, o contrato de cornice não está surtindo o efeito esperado, ou seja, depois de ser estéril e corno, sentir-se lesado financeiramente.
4) Levar o caso à justiça, ou seja, estéril, corno, lesado financeiramente e nas mãos de advogados.
5) Descobrir que você é estéril enquanto tenta engravidar a mulher do vizinho.
6) Descobrir que os dois filhos que você tem não são seus, ou seja, além de estéril, ser corno.
7) "Cornear" o vizinho e descobrir que já foi corno, no mínimo duas vezes.
8) Todas as anteriores.

(crédito: questionário inspirado em proposta de Fernanda Faria)


domingo, 8 de março de 2009

O rei das línguas


Conta-se um rei britânico (se não me engano, Henrique VIII), sabidamente poliglota, foi questionado sobre o porquê de falar tantas línguas. A resposta:

- Uso inglês para falar com meus pais [pela objetividade], espanhol para falar com Deus [pela clemência], francês para falar com mulheres [pela sedução], italiano para falar com homens [pelo companheirismo] e alemão para falar com meu cavalo.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Radialistas


Está virando rotina o Blogger encrencar com uploads de vídeos. Está voltando a ser o LIXO de provedor de blog que era anos atrás. Ainda assim, seus concorrentes conseguem a proeza de serem ainda mais medíocres!
Portanto, enquanto não temos um provedor de blog decente, contentemo-nos então com os links dos vídeos que eu ia postar...

O Rei do Elogio

Os Radialistas e a Língua Inglesa


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Lênin, de 3...


Partida emocionante de basquete! No último segundo, a seleção russa perdia por 2 pontos, até que Lênin, de 3...






(crédito: comunidade no orkut)

Como os homens usam Post-it


O mercado financeiro e as crises



Timão desfalcado


Por que adoro Pink Floyd?


Porque é inspirador, ora!


Coisas para se fazer em um elevador


1. Quando houver apenas mais uma pessoa no elevador, dê um tapinha no ombro dela e finja que não foi você;

2. Aperte os botões do elevador e finja que eles dão choque. Sorria e faça de novo;
3. Se ofereça para apertar os botões para os outros ("Qual é o seu?"), mas aperte os botões errados;
4. Segure a porta e diga que está esperando por um amigo. Depois dê um tempo, deixe a porta fechar e diga "Olá amigo. Como vai você?";
5. Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pegá-la. Então grite "É minha!";
6. Traga uma câmera e tire fotos de todos no elevador;
7. Deixe uma caixa no canto, e quando alguém entrar, pergunte se elas ouvem um tique-taque;
8. Finja ser uma aeromoça e revise os procedimentos de emergência com os passageiros;
9. Pergunte "Você sentiu isso?";
10. Quando a porta se fechar, fale "Tudo bem. Não entrem em pânico. Ela abrirá novamente.";
11. Mate moscas que não existem;
12. Diga às pessoas que você pode ver suas auras;
13. Grite "Abraço grupal!!!"

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Shows internacionais


Dois shows internacionais que agitaram Sampa City em 2008, dentre vários outros, foram os do REM e do Marilyn Manson. Como lembrança, vão aí um clipe da música mais famosa do primeiro e o momento mais apoteótico do show do segundo.


(Crédito: Pânico na TV)

domingo, 25 de janeiro de 2009

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Ronaldo quase em forma


O atacante está quase em forma para sua estreia pelo Timão!!! E não se intimidou nem mesmo em ser fotografado exibindo o pânceps sarado.



domingo, 11 de janeiro de 2009

Pesquisa científica: vamos sair?


Pesquisa mapeou a reação de cérebros masculinos e femininos quando estimulados pela pergunta: "Vamos sair?". O resultado está ilustrado a seguir.


Terapia do amor


Uma mulher chegou em casa e disse para o marido:
- Zé, lembra das enxaquecas que eu costumava ter toda vez que nós íamos fazer amor? Estou curada.
- Não tem mais dor de cabeça?!?! - O marido perguntou espantado.
A esposa respondeu:
- Minha amiga Margarete me indicou um terapeuta que me hipnotizou. O médico me disse para ir para frente do espelho, me olhar bem no espelho e repetir para mim mesma. Não tenho mais dor de cabeça. Não tenho mais dor de cabeça. Não tenho mais dor de cabeça. Fiz isso e a dor de cabeça sumiu.
O marido respondeu: - Mas que maravilha!
Então a esposa falou para o marido.
- Nos últimos anos você não anda muito interessado em sexo. Por que você não vai ao terapeuta e tenta ver se ele te ajuda a ter interesse em sexo novamente?
O marido concordou, marcou uma consulta e alguns dias depois estava todo fogoso para uma noite de amor com a esposa... Então foi correndo para casa e entrou arrancando as roupas e arrastando a esposa para o quarto. Colocou a esposa na cama e disse para ela:
- Não se mova que eu já volto.
Ele foi ao banheiro e voltou logo depois, pulou na cama e fez amor de maneira muito apaixonada como nunca tinha feito com a esposa antes. A esposa falou:
- Zé, foi maravilhoso!
O marido disse novamente para a esposa.
- Não saia daí que eu volto logo.
Foi ao banheiro e a segunda vez foi muito melhor que a primeira.
A mulher sentou-se na cama, a cabeça girando em êxtase com aexperiência.
O marido disse outra vez:
- Não saia dai que eu volto logo.
Foi ao banheiro...
Desta vez a esposa foi silenciosamente atrás dele e quando chegou lá o marido olhava para o espelho e dizia:
- Não é minha esposa. Não é minha esposa. Não é minha esposa. Não é minha esposa. Não é minha esposa. Não é minha esposa. Não é minha esposa. Não é minha esposa. Não é minha esposa...
O velório do Zé será amanhã na capela 13 do Cemitério da Saudade!!!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Mais uma da língua portuguesa


Essa vem dos idos de 1992, tempo em que o Jô Soares tinha coluna na Veja. A edição era a de 30 de setembro e o bochicho da época era sobre um certo político ter-se referido a outro (não lembro quem eram os personagens) como um "bonifrate" - e ter, com isso, obrigado muita gente a consultar o pai-dos-burros (apelido carinhosamente estúpido que se dava ao dicionário quando meus pais eram adolescentes). O Jô se colocou no lugar do político e escreveu uma "carta aberta" sobre o alvoroço com a palavra usada.
Não sou admirador do Jô, mas esse texto particularmente considero memorável.

Será o bonifrate?
por Jô Soares

Quedei-me incrédulo ante a conspicuidade que prestaram ao termo "bonifrate", do qual me servi durante acepipes e pitéus deglutidos por ocasião da efeméride no habitáculo do dileto correligionário Onaireves. Por que tamanho pasmo? Acaso seria eu totalmente ignaro do vernáculo? Pensam os que clamam contra mim que só frequento valhacouto de palpalvos onde o xulo é primaz? Triste falácia. Sou douto palrador. Apenas, por vezes, oculto a plêaiade do meu verbo, plectro puro, por natural recato. Deleito-me ao refletir no semblante alvar dos malquistados, se me ouvissem brindar com mais vocábulos a malta platípode que repilo. Assombram-se com o bonifrate, que tal casquilho? Casquilho, sim, tem jetatura. Julga massar-me a chusma abostelada. Recolham-se! Da minha boca jamais ouvirão linguajar de bolicheiro.
Indago, o que mais fácil: praticar choldraboldra em passeatas crepitosas ou cultuar a última flor do lácio inculta e bela? A pureza da lingua é meu colunelo. Bonifrate, disse, e não burlei cânones de escribas. Faz parte de meu colóquio hodierno: como estarola, óbice e bolônio. Perde em estesia a farândula e seu ódio esgueia-se em fina gaivagem. Aos que imaginam que sou galucho, respondo com o galarim do estilo. Apraz-me a condição de turgimão do esdrúxulo. Não galreio com lapuzice a não ser quando quero igualar-me à luna. Pouco caso dos néscios que não percebem o néctar de expressões para mim prezáveis, pois uma pinhoca só não faz parreira. Pimpem, pimpem, aldrabões! Não me aceitam magniloquente, por receio do cortejo. É mister que pletora erudita de uns seja a carência mísera de outros. Nem sei por que abespinhar-me, quando no fundo não passam de biltres, bucéfalos e calaceiros. Reles bufarinheiros.
Quanto a mim, conduzo a veação com rédea firme. Não tremeluz a mão que exerce o oficio. Ao contrário do que dizem os que me asseteiam, sou imune à bajulação dos áulicos. Com o intuito de denegerir-me, os pérfilos enliçadores formam sodalícios, contubérnios, conventículos e corrilhos numa pandilha de telérrimos, salardanas. Aleivosias não desenastrarão alianças e com maranduvas não evitarão minha manutenência soberana. Pensam-na esmadrigada? Há! Há! Desato numa casquinada. Enfim, repito: contra mim, estão os sevandijas, bulhentos, sardanapalescos, pirangas, caramboleros, pecos e bolônios. O mais é dichote.
Basta de cherinóia.


Relendo o texto, vem-me à lembrança ainda outro episódio, este de 1997, quando fui, em excursão de alunos do ITA, assistir a gravações para o programa de entrevistas do Jô. Ocorreu que nesse dia uma das entrevistadas era uma linguista que estava lançando um novo dicionário da língua portuguesa. O Jô então "desafiou" a plateia a dizer o significado de algumas palavras que ele escolhera. Queria, como de costume, exibir-se e acusar de ignorantes as demais pessoas. Acabou escolhendo nosso sábio colega Gustavo Arruda e perguntou-lhe um significado:
- Sorumbático.
Ao que o Gustavo não titubeou:
- Macambúzio.